O que se pode ver em Las Vegas

Nunca vi um ventríloquo tão fantástico! Além de tudo, é excelente cantor! E pra matar a saudade, foi com apresentação de Jerry Lewis.

 

Colaboração de Celinha Monterosso

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Niagara Falls e os desenhos antigos

O resgate em Niágara Falls

Às vezes, um acontecimento sério lembra outros mais leves. Li na internet que uma pessoa foi resgatada com vida de uma queda (há suspeita de tentativa de suicídio) nas Cataratas do Niágara, na divisa dos Estados Unidos com o Canadá.

Sou fanática por desenho animado. Paixão compartilhada, entre outras tantas (minha filha, por exemplo), com meu genro, Serginho. Chileno, não se preocupe. Farei um post só pra você também. Voltando ao assunto em tela (chique, não?), adoro desenhos animados. O resgate me lembrou um antigo – eram muito mais criativos, não acham? – do Pica Pau em que ele insiste em descer as quedas num barril, mas é sempre o guarda quem cai. E todas as vezes é ovacionado por uma plateia de turistas em capas de chuva amarelas. Quem já viu o desenho vai lembrar disso. É ótimo!

E aí, puxando pela memória, vão surgindo outras obras primas. Lembram de um sapo achado em uma caixa que cantava e dançava igual ao Al Johnson? Mas o problema é que só cantava para o cara que tinha achado a caixa. Para os outros, só coachava…

Para terminar, talvez o melhor de todos. Um velhinho está chegando tarde em casa e descobre que está sem a chave. Para não acordar a velhinha, traça mil planos – mal sucedidos, claro! – com a ajuda de seu porquinho, para conseguir entrar. No fim… Você não viu?

Alguns eu consegui buscar no Youtube. Outros, infelizmente, só ficaram na minha memória.

O do Pica Pau:

O do sapo cantor não consegui postar, mas para assistir é só clicar AQUI.

VERA SCHWARZ

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Abridor prático e ecológico

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Travessia de Lindbergh é destaque no “Terra”. A de João Ribeiro…

Uma das fotos publicadas hoje no portal "Terra"

Li hoje, no “Terra”, que a travessia de Charles Lindbergh completou 85 anos ontem. Uma bela coletânea de 20 fotos. Caso alguém não se lembre, Lindbergh atravessou o Oceano Atlântico em um voo solo de Nova York a Paris. Lamentavelmente, o aniversário do voo de João Ribeiro, que completou os mesmos 85 anos em 28 de abril, não foi noticiado pelo portal. Aliás, não li nada a respeito na grande imprensa.

Acredito que dois são os motivos para isso. Primeiro, o fato de Lindbergh ter realizado a travessia sozinho. Vale a pena lembrar que ele era americano e contava então com todo o apoio de um país que emergia como uma grande potência mundial. Tanto que anos depois, quando seu filho foi sequestrado e morto, houve uma verdadeira comoção nos Estados Unidos.

Segundo, porque santo de casa não faz milagre. Simples assim. Não são levadas em consideração as enormes dificuldades que o jauense enfrentou para realizar seu sonho. Precisou dispor de sua herança para comprar o hidroavião Jahú, fazer todos os preparativos e contornar os muitos percalços que surgiram. Comprometeu sua saúde a ponto de morrer em função de problemas hepáticos causados pela malária adquirida na viagem.

Dois telegramas marcam a história de João Ribeiro. Um enviado por ele ao presidente Washington Luís, quando recebeu do governo ordem para desistir da travessia, desmontar o Jahú e retornar ao Brasil. Muito provavelmente, o governo brasileiro achava, como muitos à época, que ele era um visionário, que não teria sucesso e ainda faria o Brasil “pagar um mico”, como diriam minhas filhas. Ele escreveu: “Exmo. Sr. Presidente: Cuide das obrigações do seu cargo e não se meta em assuntos dos quais vossa excelência não entende e para os quais não foi chamado, assinado: Comandante Barros”.

Outro quando João esteve muito próximo de desistir, mas recebeu um lindíssimo telegrama de sua mãe, Dona Margarida. Hoje, tem valor de documento histórico. “Aviador Barros: Aplaudimos tua atitude. Não desmontes o aparelho. Providenciaremos a continuação do reide, custe o que custar. Paralisação do reide será fracasso. Asas do avião representam a bandeira brasileira… Dizes se queres piloto auxiliar. Abraços a Braga e Cinquini. E bençãos de tua mãe”.

A família Ribeiro de Barros, ao contrário do governo federal, valorizava o feito de seu filho. O engraçado – ou não – é que depois, ao chegar ao Brasil, foi recebido pelo mesmo governo  com honras de herói, que ele realmente foi. Conveniente, não?

Vera Schwarz

* Para ver as fotos no “Terra” clique AQUI

 

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O surpreendente casaco de peles

Gente, que coisa incrível! Como disse a Waldete, que me mandou o vídeo por e-mail, precisa ver duas vezes para acreditar.

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Parece 3-D

Não costumamos postar vídeos longos. Mas o que segue o link abaixo é simplemente deslumbrante. Por isso, embora meio compridinho, vale o tempo gasto em assisti-lo.

A propósito, para quem não sabe inglês, a frase do fim quer dizer “não se esqueça de respirar”. Boa lembrança porque o vídeo é mesmo de tirar o fôlego.

Colaboração de Celinha Monterosso


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AL TERAN DOOSLI MITES

O texto abaixo não é nosso, como podem ver pela assinatura.

Cláudia Gazzoli, grande amiga e nossa assídua leitora, sugeriu a leitura do blog de Regina Pompeu e lá encontramos esta brincadeira. Esperamos que gostem.

(Fica mais divertido ler em voz alta)

 

Àsve zesgos tode alter arolimi tedasco isas

sópra verco moéquef icam.

Tra gopra cáoque édelá epo nhoalio queéda qui.

Ficapar ecen doumca ossemsê-lo.

Ape nasesto uexper imen tand onov aspossi bili dadesde

divi dirdi feren teaescri tadalín guaportu guesa,

eain daenten dê-la.

Umabrin cade iramei oma lucaque vaile varto domun

dodarmui tagarga lhada.

Exper imentefa zera suaedi virta sedemo ntão!

Colaboração de Rita Figueiredo para o blog da Regina Pompeu.

 

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Quando Dilma chorou

Pelo título pode parecer que há um tom de ironia, lembrando o famoso livro de Irvin D. Yalom, que deu origem ao filme homônimo “Quando Nietzche chorou”. Há, no filme, uma aproximação fictícia entre o filósofo Friedrich Nietzche e o médico Joseph Breuer, arquitetada por uma mulher, Lou Salomé.

Na verdade, há uma mulher protagonista no comentário que vou fazer. Dilma tem se mostrado uma governante sensível (e olha que meus tempos de esquerdista ferrenha já se foram…), com olhar atento no futuro (“quero que o país cresça com taxas de juros reduzidas”), ações firmes no presente (xô aos corruptos, ligados ou não ao Lula) e importante resgate do passado com a criação da Comissão da Verdade.

É este o mote. Quem viveu os tempos de aço da ditadura, como eu, sabe a importância dessa comissão. Não se pode simplesmente esquecer os dias em que amigos sumiam na calada da noite para nunca mais aparecerem. Em que se falava o mais baixo possível no restaurante porque não se sabia se quem estava na mesa ao lado era ou não do SNI e ia achar que o que se estava dizendo era “coisa de comunista”. Dias em que brincadeira de estudante sem maldade era motivo de prisão em quartel do exército. E saída por muuuuuita sorte.

Nossa juventude tem pouca ou nenhuma ligação com o passado. Isso é muito perigoso. Não se pode esquecer aqueles dias. Sabem por quê? Para que não se corra o risco de acontecer tudo de novo.

Aí a importância da comissão. Não como revanchismo, mas como alerta, como pá de cal em uma época que não deixa nenhuma saudade.
Dilma conseguiu, na cerimônia da posse da comissão, agregar ex-governantes de posições políticas antagônicas. Até militares! Mérito dela. Emoção verdadeira dela ao falar de pessoas “que perderam amigos e parentes e que continuam sofrendo como se eles morressem de novo e sempre a cada dia”.
Precisamos estar atentos para que o Chico não volte a escrever sobre outra “página infeliz da nossa história”. E para que a Dilma – que sabe como outras tantas o que é estar sob o jugo dos militares – não precise chorar novamente.

Vera Schwarz

 

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5 Comentários

A Volta

Olá, pessoal.

Nossa ausência foi circunstancial. Vamos retomar nosso contato. Há muita coisa acontecendo e o papel do blog é dar nossa visão. Contamos com vocês nos acompanhando novamente.

Forte abraço,

Mário e Vera

 

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Olá, pessoal.

Estamos meio sumidos, não é?

Mário está focado em um novo trabalho e eu estou dando suporte nas providências que precisam ser tomadas para isso.

Ele levanta as informações sobre personagens do seu novo desafio e eu fico com a parte mais prosaica: ver quantas camisas, meias, agasalhos e quetais ele vai precisar.

Assim que tudo estiver acomodado, voltaremos à carga. Com um pouco sobre Jaú e muito sobre tudo.

Abraços.

Vera Schwarz


 

 

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